Com o aumento da interesse da regulamentação do jogo no Brasil por parte da sociedade civil, vem tornando-se comum a abertura de debate nas grandes mídias. Ontem foi a vez do UOL Notícias, ao publicar um artigo de Magnho José.

Neste artigo, o autor se posiciona de forma favorável à regulamentação. É fantasia imaginar um país sem jogo, pois a demanda jamais será reprimida. Nesta situação, a qual vivemos hoje, impera o jogo clandestino. Ou seja, o “não jogo” não existe, as possibilidades a disposição de um país são “jogo legal” ou “jogo ilegal”.

Por mais que isso esteja claro para todos os setores da sociedade, o debate é prejudicado por questões religiosas ou morais. Certamente é um tema polêmico. No entanto, o problema da clandestinidade precisa ser encarado de frente, independente das orientações individuais.

Nunca é demais lembrar que estamos falando de uma atividade que pode gerar até 20 bilhões de reais por ano, entre impostos e investimentos, e seriam criados ou oficializados até 550.000 empregos.